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:: Terça-feira, Junho 30, 2009 ::

“Rola um descaso animal com o metal no Brasil, mas eu não estou nem aí pra isso. Eu faço o que eu amo”, diz batera do Torture Squad


Augusto, Castor, Beto Lee, Amílcar e Vítor Mais uma vez a cultura do heavy/rock se torna presente no programa “Combo: Fala + Joga” da PlayTV. Quem veio dessa vez para representar o estilo foi o Torture Squad, a principal banda de metal extremo do Brasil.

Amílcar Christófaro (baterista), Castor (baixista), Vitor Rodrigues (vocalista) e Augusto Lopes (guitarrista) voltam ao Brasil após uma mega turnê no exterior ao lado de dois grandes nomes do thrash metal norte-americano, Overkill e Exodus. Amílcar conta: “Foi um sonho excursionar com essas duas bandas. O ponto alto dessa tour foi ter conquistado o respeito do Overkill e do Exodus, somos fãs pra caramba deles”. A turnê serviu para divulgar o mais novo e bem sucedido lançamento do grupo, o álbum “Hellbound”, 5º disco da carreira do Torture Squad.

Acerca desse atual trabalho, a banda explica em quais aspectos o “Hellbound” difere dos álbuns antecessores: “Pandemonium”, 2003, e “The Unholy Spell”, 2001, quais elementos musicais novos acrescentaram e do que tratam as letras desse novo disco. A faixa “Twilight For All Mankind” fala de aquecimento global e a música de introdução, “MMXII”, representa o ano de 2012, fim do calendário maia que apontaria para o fim do mundo. Vitor esclarece: “As letras nasceram da indignação. A gente caminha num mundo como num caos, numa confusão, subjugam a população. Então, coloquei tudo isso nas letras, aliás, em todas as faixas há a palavra chaos assim como no ‘Pandemonium’ seria uma espécie de ligação”.

Enquanto jogam videogame com o apresentador Beto Lee, a banda conta por quais países europeus se apresentaram e como foi tocar pela primeira vez em Portugal, num dos mais importantes festivais de metal do país, o “Barroselas Metalfest”. O grupo ainda descreve como é o público do metal português: “Parecia que eles estavam esperando o nosso metal brasileiro. A energia veio pra nós”, explica Amílcar e Castor completa: “Os portugueses estavam soltando sangue pelo nariz”.

O Torture Squad ainda detalha como foi participar da maior feira de música da Europa, o “Musikmesse”, em Frankfurt, na Alemanha, que reuniu grandes nomes do rock mundial, como Joe Satriani, Steve Lukather, Carmine Appice e Paul Gilbert. “Nessa feira foi demais ver o Paul Gilbert (ex - Mr. Big) cantando e tocando com um baterista do metal extremo. Vi os dois juntos tocando The Doors!”, exclama Amílcar.

Assim como diversas bandas do metal brasileiro como Sepultura, Angra, Kriziun, o Torture Squad é mais reconhecido na Europa do que no próprio país de origem. No clímax da entrevista o grupo explica o que acontece na cena musical brasileira do estilo e se o metal nacional é definitivamente mal explorado. Amílcar desabafa: “Rola um descaso animal aqui, mas eu não estou nem aí pra isso. Eu faço o que eu amo”.

O grupo ainda aponta o que falta para que o metal nacional deslanche de verdade no país, entre as possíveis alternativas Amílcar diz: “Caras como você, Beto Lee, e programas como esse ajudam a divulgar mais o metal”.

Para finalizar essa entrevista o Torture Squad conta como foi a experiência, em 2007, de ser a banda escolhida para representar o Brasil no “Wacken Open Air” (W:O:A), maior festival de metal do planeta, realizado na cidade de Wacken, na Alemanha. Os músicos explicam como é a estrutura do W:O:A, a quantidade de público reunido e no que a “Metal Batlle”, vencida por eles, proporcionou à carreira do Torture Squad.

Essas e mais outras novidades do Torture Squad você assisti na PlayTV, canal 86 da Sky, canal 13 da Net de Brasília ou via streaming pelo site www.playtv.com.br.

Combo Fala + Joga com Torture Squad
Exibição dia 30/06/09 às 22h00
Reprise: 01/07 às 6h 30 e 17h.

Para rever, no fim de semana, o Combo com o Torture Squad envie uma mensagem de texto do seu celular com a palavra COMBO + B para o número 50111. O seu voto vai decidir se essa entrevista deverá ser mostrada novamente no fim de semana! Participem!

:: por Adriana Farias 12:52 PM [+] ::
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:: Quinta-feira, Junho 18, 2009 ::
Homenagem ao Metal Nacional


Foto: Derick Green (Sepultura) e Edu Falaschi (Angra)


As duas maiores bandas de metal do Brasil, Angra e Sepultura, se apresentaram no dia 9 de maio (sábado) na Via Funchal, em São Paulo, e o drops Pop Up, da programação da Play TV, cobriu essa mega apresentação.

A reportagem mostra a volta do Angra aos palcos, após um hiato de dois anos, o show de lançamento do último trabalho do Sepultura, “A-Lex”, e a celebração ao final da apresentação com as duas bandas dividindo o palco.

Essa turnê conjunta só veio provar que o metal nacional continua mais forte do que nunca e, ainda por cima, sem nenhum tipo de rivalidade. Na reportagem, Felipe Andreoli, baixista do Angra, conta: “Essa jam com o Sepultura é uma homenagem ao metal nacional. E na Europa isso acontece muito com os grandes festivais de música, que aglomeram um público de diferentes vertentes do heavy metal”.

Ainda na entrevista, Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura, comenta como a cultura do heavy metal é marcada pelo preconceito e a falta de informação. “A mídia criou uma imagem deturpada sobre o metal, mas a gente vem mostrar uma agressividade que é positiva... saímos aliviados e renovados com ela”.

Além de entrevistas com os integrantes de ambas as bandas, o Pop Up mostra também o lado dos fãs, apontando como eles vêem essa união de uma banda mais melódica e outra mais thrash em nome do metal nacional.

(Post antigo, mas não havia sido publicado! Sorry ^.^)

:: por Adriana Farias 1:50 PM [+] ::
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:: Terça-feira, Maio 26, 2009 ::
Angra joga video-game com Beto Lee e comenta cena do metal nacional


Foto: Anrga


Nesses últimos dois anos, os fãs do Angra foram bombardeados por informações desencontradas e contraditórias sobre o futuro da banda. Muitas histórias de desavenças entre os membros e entre a banda e o ex-empresário, Antônio Pirani, rolavam na mídia especializada. E para explicar o que realmente aconteceu nesses últimos anos com o Angra, o grupo esteve no programa Combo: Fala + Joga, da Play TV.

Na entrevista a banda conta se chegou a pensar na possibilidade de decretar o fim das atividades do Angra ou se sempre mantiveram a idéia clara de reativá-lo. E nesse clima incerto pelo qual passaram, eles comentam o reflexo positivo de tudo isso: o retorno, após um hiato de dez anos, do baterista Ricardo Confessori, ex-Shaaman.

Depois desse período turbulento o Angra ressurgiu de forma triunfal com uma mega turnê conjunta com outro expoente do metal nacional, o Sepultura. A banda conta como surgiu essa parceria, o que acha que a tour vai proporcionar para a cena do metal no Brasil e se essa mega apresentação vai firmar ainda mais a força do metal brasileiro no exterior, já que a turnê vai se estender pela América Latina.

E falando de metal nacional no exterior, os músicos explicam como o Torture Squad, o Krisiun e o Sepultura são muito mais reconhecidos na Europa e o próprio Angra no Japão do que no próprio país de origem. O guitarrista Rafael Bittencourt afirma: “O metal nacional é mal explorado aqui e ele além de tudo precisa se renovar”. Para o baterista Ricardo Confessori, a questão é mais de produção na cena do metal nacional do que de fãs: “Público de metal tem bastante, mas o que falta são os produtores, parece que eles sumiram”. Por fim, os músicos apontam quais seriam as possíveis soluções para que o metal nacional deslanche de verdade no país.

Apesar do conteúdo sério da entrevista, Edu Falashi, vocal, Kiko Loureiro, guitarra, Rafael Bittencourt, guitarra, Felipe Andreoli, baixo, e Ricardo Confessori, bateria, concedem essa mega entrevista de forma bem descontraída: jogando vídeo-game com o apresentador Beto Lee, filho da Rita Lee! A Play Tv você assisti nas seguintes freqüências: 86 da Sky, 13 Net de Brasília ou via streaming pelo site www.playtv.com.br.

Combo Fala + Joga com Angra
Estréia 25/05/09 às 22h
Reprise: 26/05/09 às 6h 30 e 17h, dia 31/05 às 22h e no dia 01/06 às 6h 30 e 17h.

:: por Adriana Farias 12:25 AM [+] ::
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:: Segunda-feira, Maio 25, 2009 ::
“Interessa mostrar que o metal tem cara feia!”


Vitão Bonesso da Kiss Fm, João Paulo Andrade do site Whiplash! e Jotabê Medeiros do Estado de S. Paulo, comentam como a cobertura da mídia hegemônica tem criado uma imagem deturpada acerca do heavy metal.


Adriana Farias
Bruna Barbosa

A cada ano, ao lotar as mais diversas casas de shows e estádios de São Paulo, bandas renomadas do rock and roll mais pesado, como o heavy metal, desembarcam em terras brasileiras mostrando como a força e a qualidade do metal consegue reunir num só espaço milhares de fãs do estilo.

Tal resistência deve-se ao uso, nas letras das canções de metal, de temas como protestos a elementos repressores da sociedade, subversão a religiões opressoras, os medos e o lado obscuro do ser humano, musicalização de contos, história de civilizações, heróis da humanidade, trabalhos conceituais e referências mitológicas. Têm-se ainda letras sobre o louvor ao próprio heavy metal e ao rock, como forma de transmissão da paixão e da fidelidade ao estilo.

A essência do heavy metal está diretamente ligada a uma comunidade cultural desde sempre marginalizada e alvo de deturpações: o nascimento do rock and roll foi permeado pelo preconceito, pois o ritmo blues, que deu origem a ele e, posteriormente, ao heavy metal, foi elaborado pelos escravos negros americanos. Só em 1950, quando fundido com a música branca européia, o rock pôde ganhar maior dimensão e deixar de ser apenas uma música marginalizada para se tornar um sucesso mundial, projetado na imagem de Elvis Presley.

Assim, a trajetória do heavy metal, como evolução do rock, está traçada por um ciclo. Surgiu padecendo em meio a preconceitos, obteve seu auge e hoje novamente sofre com a marginalização e a imagem viciada projetada pela mídia hegemônica.

Jotabê Medeiros, jornalista do Caderno 2 d’O Estado de S. Paulo, argumenta: “O problema da cobertura midiática é que muito do jornalismo hoje está divorciado da realidade do país. Eles vivem numa redoma, numa caixa de vidro, onde só interessa aquilo que possa vender e dar repercussão [...] O heavy metal é quase inexistente na grande mídia, a não ser que seja um fenômeno massivo como Ozzy ou Iron Maiden”.

Vitão Bonesso Vitão Bonesso, produtor e apresentador do programa Backstage da rádio Kiss Fm, acredita que a grande imprensa deixa de escanteio a cobertura desse gênero mais pesado e, quando a faz, realiza “de forma superficial e incompleta, o que resulta em conclusões erradas em relação ao estilo”. Além disso, “ela não está preparada para cobrir o gênero, assim a cobertura termina sendo, como é de se esperar, rasteira, cheia de erros e sensacionalista. Os veículos específicos, claro, fazem melhor o trabalho”, afirma João Paulo Andrade, proprietário e diretor geral do Whiplash, site nacional especializado em rock e heavy metal.

Como exemplo desses distúrbios musicais da mídia empresarial, Arnaldo Jabor declarou em seu comentário a Rede Globo, na ocasião do assassinato do ex-guitarrista do Pantera, Dimebag Darrel, morto por um fã em dezembro de 2004, que “(...) os shows de rock viram missas negras que lembram comícios fascistas. É música péssima, sem rumo e sem ideal. A revolta se dissolve e só fica o ódio e o ritual vazio. A cultura e a arte foram embora e só ficou a porrada”. Assim como a revista Veja, em outubro de 2007, publicou uma matéria intitulada “Devoção à barulheira”, cujo conteúdo fazia, igualmente, apologia à discriminação, afirmando que alguns cantores do rock têm “lampejos” de inteligência e há uma “mitologia pobrinha no metal”.

A mídia hegemônica parece esquecer que o jornalismo cumpre uma função social antes de ser um veículo de caráter comercial, e a objetividade e o equilíbrio são valores que alicerçam a boa reportagem. Na verdade, o problema é de âmbito mais profundo. O Brasil carece de um bom jornalismo cultural e, inclusive, sofre de “agendismo crônico”, em que apenas são divulgados datas, acontecimentos e horários dos eventos culturais. Não há produção efetiva, não há crítica nessa área e o que se faz é mera publicidade.

Jotabê reitera a crítica ao declarar que “para falar de certos assuntos, alguns jornalistas escolhem o pior caminho, achando que só o que interessa para as pessoas é o bizarro. Então, em vez de fazer uma reportagem sobre música, acerca de uma nova cantora que apareceu e investir, tentar definir aquilo, achar um tom certo do texto, só vai interessar se ela tiver uma orelha a menos. Isso é uma matéria. Não é a música em si que interessa. E quando se fala do metal ocorre um enorme preconceito porque, para eles, interessa mostrar que o metal talvez tenha cara feia.”

Deve passar despercebido das telas e impressos da elite midiática, da qual Jabor e Veja fazem parte, eventos como o “Live Aid” organizado em grande parte por astros do rock, objetivando arrecadar fundos em prol dos famintos da Etiópia. A homenagem a Freddie Mercury, ex-vocalista do Queen, reunindo bandas do metal e do hard rock, a qual teve sua renda revertida para o combate a AIDS e a reunião, em 2006, do Pink Floyd para angariar verbas destinadas ao combate a fome na África.

Os eventos ilustram a ideologia do heavy metal, que surgiu, a exemplo do movimento hippie, como um levante da contracultura. Em resposta a uma sociedade que julgavam conservadora, seus seguidores utilizavam um visual alternativo (cabelos longos, roupa rasgada) como forma de protesto, a fim de conquistar uma comunidade mais eqüitativa.

Para Vitão, o “heavy rock sempre se mostrou forte frente a tanta asneira proferida” e Jotabê declara: “os fãs do metal são uma das galeras mais simpáticas do rock. É a platéia mais entusiasmada, mais fiel. Tem gente que vai a outros shows pops para ser fotografado. É a classe média alta que às vezes passa a maior parte do tempo pedindo snacks para comer, fica mastigando a maior parte do tempo, não está nem aí para música. Já o pessoal do metal não, é o sangue deles que está ali, é a música que eles gostam. Isso é uma diferenciação de platéia e de atitude.”

Embora muitos fãs do heavy metal se sintam ofendidos devido aos preconceitos incitados pela mídia hegemônica e a ineficiente cobertura que faz ao estilo, isso não é inteiramente relevante ao público. “Para falar e comentar besteiras, é preferível que nem se fale”, diz Vitão. Para os admiradores do estilo o importante é a paixão e o sentimento virtuoso cooptados pelo heavy metal de qualidade. Isso é suficiente. Não há necessidade de o gênero ser legitimado pela mídia.

Reportagem publicada na edição 53, mês de agosto pág.24, do Contraponto, jornal-laboratório da PUC - SP com o título original “O heavy metal pela ótica da imprensa”. Texto também publicado no site Whiplash!

:: por Adriana Farias 9:32 PM [+] ::
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:: Sábado, Maio 16, 2009 ::
Dr. Sin: compondo trilha sonora para filme internacional!


Foto: Marcelo Rossi (2005)Os irmãos Andria e Ivan Busic, do DR. SIN, estiveram no programa “Combo: Fala + Joga”, da Play Tv, contando sobre os quase 20 anos de estrada, os 8 álbuns gravados e como os integrantes comparam a banda que tocou em 1993 no Hollywood Rock à banda que, em 2007, lançou o álbum “Bravo”.

Enquanto jogam vídeo-game com a apresentadora Bianca Jhordão, Andria Busic, vocalista e baixista, e Ivan Busic, baterista, ainda explicam de onde surgiu a idéia de homenagear o goleiro do São Paulo, Rogério Ceni, com a composição e gravação do videoclipe da música “Número 1”.

Os músicos também comentam como foi a experiência de abrir o show de 35 anos do Kiss, no dia 07 de abril, em São Paulo na Arena Anhembi, para um público de mais de 40 mil pessoas, e explicam como surgiu o convite para tocar no mesmo palco que a banda de Gene Simmons.

No programa, os irmãos contam que essa foi a 2ª experiência com o Kiss, comentam como foi conhecer pessoalmente o guitarrista Paul Stanley e o baixista Gene Simmons e escolhem o membro mais simpático da banda.

Ainda no quesito “banda de abertura” o DR. SIN descreve como foi abrir os shows de outras bandas de peso, como o Pantera, AC/DC, Dream Theater, Steve Vai, Ian Gillan, Mr. Big, Yngwie Malmsteen e detalham como foi a curiosíssima abertura para a apresentação do Bon Jovi no Brasil, na qual o Dr. Sin foi convidado em cima da hora para abrir o show do cantor.

Nessas apresentações como banda de abertura o DR. SIN explica porque o público do show do Pantera foi apontado como o mais receptivo de todas as aberturas que a banda já fez e ainda descrevem como foi conhecer pessoalmente todos esses grandes nomes do rock and roll mundial.

Questionados sobre os projetos futuros do DR. SIN, os músicos adiantaram que em outubro e novembro a banda vai sair para uma turnê no exterior para tocar no mesmo palco que a banda dos ex-integrantes do Yes. E em primeira mão eles deixaram escapar no programa uma grande novidade para os fãs do DR. SIN: Andria, Ivan e Edu Ardanuy estão finalizando o videoclipe da música "Nomad", do álbum “Bravo”, e estão preparando a gravação de um CD para a trilha sonora de um filme internacional!

O “Combo: Fala + Joga” com o DR. SIN você acompanha na Play Tv, canal 86 da Sky, canal 13 da Net de Brasília ou via streaming pelo site www.playtv.com.br . Os dias e os horários que o programa vai ao ar são os seguintes:

Estréia dia 14/05/09 às 22h00
Reprise: 15/05 às 6h 30 e 17h, dia 16/05 às 22h e no dia 17/05 às 6h 30 e 17h.

Matéria desta blogueira está na página principal do site Whiplash!: http://whiplash.net/materias/news_875/089219-drsin.html

:: por Adriana Farias 12:15 PM [+] ::
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:: Quarta-feira, Maio 13, 2009 ::
Steven Adler: "Eu acho que o Axl está sendo muito egoísta"


O ADLER’S APPETITE, banda do ex-baterista do GUNS & ROSES, Steven Adler, esteve na última sexta-feira, dia 08 de maio, no Manifesto Rock Bar, em São Paulo, tocando na íntegra o álbum “Appetite For Destruction” de 1987 do GNR.

Em entrevista ao drops Pop Up, da Play Tv, Steven Adler contou que as discussões e brigas em torno do GUNS & ROSES foram devastadoras, mas que ele conseguiu restabelecer o diálogo com todos os membros da ex-banda, menos com Axl Rose. “Eu falo com todos, exceto com o Axl. Encontramos-nos há alguns anos, ele pediu desculpas... pelo que não fez. Todos eles me pediram desculpas. Você cresce e acaba esquecendo”, desabafa Steven.

Na reportagem do Pop Up, o ex-baterista também comenta como foi a experiência de reviver o GNR, no ano passado, para o aniversário de 20 anos do grupo e complementa criticando a atitude de Axl de não voltar com a banda. “Foi uma experiência emocionante celebrar o reinado do GUNS N'ROSES como uma das maiores bandas do mundo” (...) “Pessoalmente, eu acho que o Axl está sendo muito egoísta, porque os fãs do Guns amam a música, querem ouvi-la, querem ver nós 5 tocando. Eu acho muito egoísta não deixar as pessoas terem o que elas querem”.

Steven Adler, acompanhado na entrevista pelo guitarrista Chip Z’Nuff, completa afirmando que é o cara certo para manter a música do GNR viva. “Tocamos quase tudo do ‘Appetite for Destruction’, tudo o que eu escrevi com os caras do Guns, tudo que o Axl não está tocando e fazendo. Alguém tem que manter essa música viva e eu sou o cara certo para isso!”.

O Pop Up com ADLER’S APPETITE no Manifesto Rock Bar você assiste na Play Tv, canal 86 da Sky, canal 13 da Net de Brasília ou via streaming pelo site www.playtv.com.br. Os horários são os seguintes:

11/05 – 20h 30min
12/05 – 01h / 11h
13/05 - 09h/ 20h 30min
14/05 – 07h / 19h
15/05 – 01h / 18h/ 23h 30min
16/05 – 16h 30 / 22h
17/05 – 15h / 20h 30min.


Com foto, a matéria desta blogueira está na página principal do site Whiplash: http://whiplash.net/materias/news_875/089153-adlersappetite.html

:: por Adriana Farias 4:38 PM [+] ::
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:: Sábado, Maio 09, 2009 ::
Desordem e sujeira marcam Virada Cultural 2009

Cultura de parte do público que passou pelo evento deste ano foi a do vandalismo, do desrespeito e da imundice


Nos dias 2 e 3 de maio durante 24h ininterruptas os moradores da capital de São Paulo e os turistas foram presenteados com a 5º edição da Virada Cultural 2009. No entanto, o evento, promovido pela Prefeitura Municipal de São Paulo, não mostrou só o elo entre confraternização, cultura, educação e comunidade, mas também foi marcado pela desordem, o vandalismo e a sujeira.

A estudante Natália Aparecida Senóbio, 19, explica: “Eu estava no palco da Praça da República assistindo Nação Zumbi e depois desse show um pessoal, que já estava bem louco, começou a subir em cima dos ônibus e a batucar e pular sem parar. Eu cheguei a achar que o ônibus ia virar de tanto que eles batiam”.

Nessa ocasião, a equipe de jornalistas e câmeras do canal de televisão Play TV teve que parar imediatamente as gravações com medo de receber pontapés dos adolescentes embriagados ou mesmo ter seus equipamentos roubados. A jornalista recém formada Estela Rodrigues, 24, conta: “Pedi para a equipe desligar tudo e parar as gravações, pois não tinha como continuar trabalhando em meio a baderna”.

O jornalista Antônio de Souza, 30, que foi a Virada apenas para assistir a apresentação do cantor Marcelo Camelo, conta: “tinha um bando de adolescentes posicionados nos viadutos do Chá e da Santa Efigênia arremessando objetos no pessoal que estava embaixo. E uma amiga minha me contou que tinha outro grupo de garotos urinando em direção ao público”.

Procurada pela reportagem, a Polícia Militar não quis responder como estava fazendo para conter esses tipos de ocorrência nem enumerar a quantidade de pessoas detidas ou mesmo explicar como foi montado o esquema de segurança para o evento deste ano. De acordo com um policial a “PM não estava autorizada a dar entrevistas”.

Já em resposta a reportagem do jornal Folha de S. Paulo, a Polícia Militar disse: “não podemos coibir tais ocorrências, pois devemos deslocar a maior parte do nosso efetivo para áreas que ofereçam maiores riscos de confusão, como as cercanias do Largo de São Bento, onde está localizado o palco de música eletrônica”. E um policial que não quis se identificar ao jornal explicou: “Não há como controlar esse tipo de coisa, a única solução é acabar com a Virada”.

Centro: lixão a céu aberto

Outro ponto bastante criticado durante a maratona cultural deste ano foi o lixão a céu aberto no qual virou o centro de São Paulo. O excesso de lixo transformou as ruas onde o evento aconteceu em um cenário de caos.

Esta reportagem constatou que havia poucos cestos espalhados pelas 800 atrações da capital. Alguns garis pareciam desnorteados em meio à enorme quantidade de sujeira em praticamente todas as ruas do centro.

O gari Geraldo Magela, 51, explica: “Foi montado um esquema de plantão de cerca de 500 funcionários em cada área, veio um pessoal até fora de seu turno, mas a Virada Cultural é isso que vocês estão vendo: lixo e mais lixo, quanto mais a gente varre mais lixo aparece. É o usurário mesmo que não soube controlar a sua festa”.

Para a visitante Tabata Regina de Souza, 20, o maior problema não era a falta de funcionários de limpeza, mas a ausência e má distribuição dos cestos de lixo. “Eu vi bastantes garis limpando as ruas, o que faltou mesmo foi a Prefeitura ter colocado não esses cestos de lixo que não cabem nada, mas sim aqueles sacolões gigantes. Aí sim teria, pelo menos, amenizado essa montoeira de lixo”.

Em entrevista a Folha Online o prefeito Gilberto Kassab (DEM) disse que “o lixo acumulado no centro da cidade em decorrência da Virada Cultural neste fim de semana já está sendo recolhido. O evento vem se aperfeiçoando a cada edição. Tudo será fruto de avaliação. Seremos muito detalhistas nestes aspectos, porque a gente quer, a cada ano, uma Virada melhor”.

:: por Adriana Farias 7:14 PM [+] ::
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:: Terça-feira, Maio 05, 2009 ::
Sepultura conta como é viver de metal no Brasil

Beto Lee com Andreas Kisser e Derick Green no estúdio da Play Tv Programa Combo: Fala + Joga


Os caras do Sepultura, Derick Green (vocal) e Andreas Kisser (guitarra), estiveram no programa “Combo: Fala + Joga”, da Play Tv, contando sobre os mais de 25 anos de carreira da banda, a produção do novo álbum A-Lex, as turnês pelo país e no exterior e como é viver de música no Brasil, mais especificamente de heavy metal.

No programa, a banda explica como surgiu a idéia de projetar a inspiração do livro e filme “Laranja Mecânica” na produção do A-Lex, e quais elementos desse longa-metragem o público pode identificar nesse novo disco, além de comentar como foi produzi-lo sem a presença de nenhum Cavalera, já que Igor Cavalera, baterista da banda, foi substituído pelo atual Jean Dolabella.

Andreas e Derick também comentam sobre a atual turnê: por onde já excursionaram divulgando o A-Lex e quais serão os próximos shows dessa tour, que conta com uma grande novidade: em cada show da turnê terá um espaço reservado para músicas da primeira década do grupo, com a escolha do repertório a cargo dos fãs, via internet. Além disso, os músicos explicam como surgiu a parceria de excursionar com o Angra (turnê conjunta que abrangerá todo o país e a América Latina).

Para completar, os músicos comentam como é a cena underground do heavy metal nacional e o que falta para que ele deslanche de verdade no Brasil, já que no exterior bandas brasileiras de metal fazem muito mais sucesso na Europa do que no próprio país de origem. É o caso de bandas como o próprio Sepultura, Angra, Krisiun, que está com uma turnê gigantesca na Europa, bem como o Torture Squad, que até chegou a tocar no Wacken Open Air, maior festival de heavy metal do mundo.

Essas e mais outras novidades do Sepultura você assisti na Play Tv, canal 86 da Sky, canal 13 da Net de Brasília ou via streaming no site www.playtv.com.br.

Combo Fala + Joga com Sepultura
Exibição dia 05/05/09 às 22h
Reprise dia 06/05às 6h30 e 17h, dia 09/05às 22h e dia 10/05às 6h 30 e 17h


Matéria desta blogueira está na página principal do site Whiplash!: http://whiplash.net/materias/news_875/088770-sepultura.html


:: por Adriana Farias 11:11 PM [+] ::
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Cartunista Márcio Baraldi "soca o mundo inteiro" com seu novo livro


O cartunista Márcio Baraldi, criador das personagens de quadrinhos Roko-Loko e Adrina-Lina da revista Rock Brigade, esteve no programa Combo: Fala + Joga da Play Tv contando detalhes do seu mais recente trabalho, o “Vale Tudo”, livro de HQs em que ele republica suas primeiras histórias.

“O Vale-Tudo é pra fazer as pazes com minha adolescência revoltada. Acho que tem muita gente que conhece meus personagens atuais e que nem imagina as HQs que eu fiz no começo da carreira, bem turbulentas, querendo socar o mundo inteiro. Eu era muito inconformado com o mundo e com a vida. Essas HQs definiram a ideologia e a forma do trabalho que eu faço hoje. E são muito legais, críticas, fortes e atemporais. Toda a personalidade do Baraldão já está lá!”, comenta o cartunista.

Enquanto joga vídeo-game com a apresentadora Bianca Jhordão, vocalista da banda Leela, Baraldi conta de onde surgiu a idéia de misturar rock com desenho e criar o famoso Roko-Loko e sua parceira Adrina-Lina, as personagens mais rock and roll dos quadrinhos e agora dos games, já que Baraldi também lançou o jogo para PC e para celular “Roko Loko no Castelo do Ratozinger”.

E para você que é desenhista e quer que essa habilidade vire profissão o cartunista dá as dicas e comenta como anda o mercado de quadrinhos hoje no Brasil.

Essas e mais outras novidades do cartunista Márcio Baraldi, ganhador do prêmio Ângelo Agostini pela 9ª vez, você assisti na Play Tv, canal 86 da Sky, canal 13 da Net de Brasília ou via streaming no site www.playtv.com.br.

Combo Fala + Joga com Márcio Baraldi
Exibição dia 04/05/09 às 22h

:: por Adriana Farias 12:44 PM [+] ::
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:: Sábado, Abril 18, 2009 ::
Álbum de viagem de fã do Kiss na Tv


Os gêmeos Rafael e Raul foram maquiados para o show do Kiss em SP  (Foto: Daniel Haidar/G1) A Play Tv exibe, no drops Pop Up da programação, o álbum de viagem de um dos grandes fãs da banda KISS, Diego Santoro.

O garoto filmou e fotografou o show da banda no dia 07 de abril, em São Paulo, na Arena Anhembi, e logo em seguida viajou com o ônibus da Kiss Army para também registrar a apresentação do grupo no Rio de Janeiro, na Praça da Apoteose.

Além da transmissão dessas 48 horas de Kiss no Brasil gravadas por Diego e também registradas por mim, a Play Tv exibe uma entrevista feita com o garoto em sua casa toda ornamentada com aparatos do KISS.

Na reportagem, Diego compara os melhores momentos do show de Gene Simons e Paul Stanley em São Paulo e no Rio de Janeiro e conta como é a emoção de presenciar uma das maiores bandas do planeta. “Quando eu vi aquela cortina gigante do KISS levantando e o vozeirão dizendo ‘You Wanted The Best, You've Got The Best, The Hottest Band In The World... KISS’ meu coração foi a mil”, conta Diego.

Para assistir o drops Pop Up da Play Tv sobre o álbum do KISS no Brasil ligue a Tv nos seguintes dias e horários:

15/04 – 20h 30min
16/04 – 01h / 16h 30min / 23h 30min
17/04 – 15h / 22h
18/04 – 9h / 18h
19/04 – 7h / 16h 30min / 23h 30min
20/04 – 09h / 15h

Obs: A Play Tv pode ser vista no canal 86 da Sky, canal 13 da Net de Brasil ou via streaming pelo site www.playtv.com.br.


Matéria desta blogueira está na página principal do site Whiplash!: http://whiplash.net/materias/news_876/087837-kiss.html

:: por Adriana Farias 3:34 PM [+] ::
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:: Sexta-feira, Abril 03, 2009 ::
Garotos Podres na PlayTV


Beto Lee e Garotos Podres no estúdio da Play Tv Os Garotos mais Podres e punks do Brasil, Mao (vocal), Kaka (guitarra) e Caverna (bateria), estiveram no programa “Combo: Fala + Joga”, da Play Tv, contando detalhes e curiosidades dos 27 anos de carreira da banda.

Mao, além de vocalista é um exímio professor de história e explicou no programa o papel da ditadura militar no movimento punk brasileiro: com as letras do estilo censuradas, bem como a prisão do baixista Sukata no festival “Dezembro Negro” de 1986, em Santos.

Os Garotos Podres também contam as aventuras de excursionar fora do Brasil: a diferença entre a recepção do público no exterior e a brasileira, além de computar os inúmeros problemas com suas antigas gravadoras como o extinto selo Rocker, que deve até hoje aos Garotos o pagamento referente a venda de mais de 4.000 cópias do Lp "Mais Podres do que Nunca".

E detalhe, a banda conta tudo isso e muito mais novidades enquanto joga video-game com o apresentador Beto Lee, filho da cantora Rita Lee.

Combo Fala + Joga com Garotos Podres
Exibição dia 03/04/09 às 22h00
Reprise dia 05/04 às 6h30 e 17h00

O Combo Fala + Joga é um programa diário em que Bianca Jhordão, vocalista da banda Leela e Beto Lee, filho da Rita Lee, se revezam como apresentadores e realizam as entrevistas enquanto disputam partidas de videogame com convidados especiais.

Combo Fala + Joga
Segunda a domingo às 22h00
Reapresentações: Segunda a domingo às 6h30 e 17h00

Obs: A Play Tv pode ser vista no canal 86 da Sky, canal 13 da Net de Brasília e via streaming pelo site http://www.playtv.com.br.

:: por Adriana Farias 3:37 PM [+] ::
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:: Quinta-feira, Abril 02, 2009 ::
Combo: Fala + Joga com Rodrigo Rodrigues


Bianca Jhordão, apresentadora, e Rodrigo Rodrigues, jornalista Rodrigo Rodrigues, apresentador do programa vitrine da Tv Cultura e guitarrista da banda Soundtrackers, grupo que toca clássicos do cinema pop contemporâneo, esteve no programa Combo: Fala + Joga, da Play Tv, contando detalhes do seu livro “As Aventuras da Blitz”, lançado recentemente pela Ediouro.

O livro traz a história de bastidores, curiosidades, confusões, surpresas e como foi o verdadeiro fim da formação clássica de um dos grupos de rock mais famosos dos anos 80, a banda Blitz, da turma de Evandro Mesquita, Fernanda Abreu, Márcia Bulcão e Lobão.

No Combo: Fala + Joga o jornalista descreve, por exemplo, como o LP do grupo de 1982, o Aventuras, foi lançado com duas faixas literalmente riscadas com prego, além de contar a relação do vocalista Evandro Mesquita com um filme dirigido pelo Mick Jagger dos Rolling Stones, bem como a ligação profissional dele com a cantora Tina Turner, fato que causou a maior ciumeira na banda.

Essas e mais outras aventuras da banda Blitz com o jornalista Rodrigo Rodrigues você assisti na Play Tv nos seguintes horários:

Combo Fala + Joga com Rodrigo Rodrigues
Exibição dia 02/04/09 às 22h00
Reprise dia 04/04 às 6h30 e 17h00

O Combo Fala + Joga é um programa diário em que Bianca Jhordão, vocalista da banda Leela e Beto Lee, filho da Rita Lee, se revezam como apresentadores e realizam as entrevistas enquanto disputam partidas de videogame com convidados especiais.

Combo Fala + Joga
Segunda a domingo às 22h00
Reapresentações: Segunda a domingo às 6h30 e 17h00


Obs: A Play Tv pode ser vista no canal 86 da Sky, canal 13 da Net de Brasília e via streaming pelo site www.playtv.com.br

:: por Adriana Farias 2:03 PM [+] ::
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:: Quinta-feira, Março 19, 2009 ::
Flight 666



A Play Tv cobriu no Rio de Janeiro, no Cine Odeon, a pré-estréia mundial do documentário “Flight 666 – O Filme”, que mostra os bastidores da atual turnê do Iron Maiden, "Somewhere Back In Time".

A gravação conta com uma entrevista do vocalista Bruce Dickinson, do baterista Nicko Mcbrain e dos diretores Scot McFadyen e Sam Dunn, os mesmos que dirigiram os documentários “Metal - Uma Jornada Pelo Mundo do Heavy Metal" (2005) e "Global Metal" (2008). Também estarão nas gravações o show no Rio de Janeiro com as músicas “Aces High” e “Wratchild”, além de uma entrevista com os fãs da banda.

As filmagens foram feitas para o drops Pop Up da programação da Play Tv. O drops é uma seleção de matérias jornalísticas envolvendo música, cinema, game e comportamento, que passa durante toda a programação do dia.

O Pop Up com o Iron Maiden passará nos seguintes horários:

19/03 - 19h
20/03 – 18h
21/03 – 18h
22/03 – 7h e 20h 30min

Play Tv: canal 86 da Sky, canal 13 da Net de Brasília ou via internet www.playtv.com.br

:: por Adriana Farias 4:19 PM [+] ::
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:: Quinta-feira, Janeiro 22, 2009 ::

KISS É NO BRASIL!!

Saiu na coluna de Mônica Bergamo do jornal Folha de S. Paulo, quarta-feira dia 21 de janeiro, que a banda Kiss dos lendários Paul Stanley e Gene Simmons realizarão dois shows no Brasil! A última apresentação do grupo foi em 1999 no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

No site oficial da banda, infelizmente, não consta ainda nenhuma apresentação para 2009, mas a programação dos shows do Citibank mostra duas datas confirmadas do Kiss no país: uma dia 07 de abril em São Paulo, no Arena Anhembi, e outra no dia 08 de abril no Rio de Janeiro, na Praça do Apoteose.

A pré-venda dos ingressos será feita dia 05 a 11 de fevereiro em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Agora é torcer e aguardar para que as datas sejam confirmadas no site oficial do grupo!


:: por Adriana Farias 5:54 PM [+] ::
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:: Sexta-feira, Janeiro 16, 2009 ::

Hora do show!

A produtora Under Br produzirá no dia 15/02 um festival para comemorar sua entrada no mercado de promoção de shows na cidade de São Paulo.

O festival ocorrerá no bar Cervejazul, Praça Ciro Pontes nº 26 próximo a Universidade São Judas, na Mooca. A principal banda do evento será a NoTime que divulgará o lançamento do seu primeiro EP, Tirar sua Paz.

As demais bandas escaladas para o evento são:

Invernoponto (divulgando o lançamento de seu EP)
Carapuça
Fall Dawn (divulgando o CD HIBRIDO)
Protozóides
Portifólius
BAVIERA
Hash Pipe
Peça Única
Lexus Nihil


Local: Bar Cervejazul (Praça Ciro Pontes, 26 - Mooca)
Preço: R$10,00 (antecipado) e R$12,00 (na porta).
Horário: A partir das 15h.
A Venda de ingressos já está disponível com as bandas.
Contato: (11) 2028-2538 (Bar) / sergio_ong@hotmail.com (Produção)


:: por Adriana Farias 3:42 PM [+] ::
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:: Terça-feira, Janeiro 13, 2009 ::

No camarim com Blaze Bayley

Agora a gravação da Play Tv com o Blaze já está disponível no YouTube:



Sempre quando eu vou aos shows de metal e me deparo com aquela fila enorme de headbangers cabeludos, vestidos de preto e usando as camisetas de suas bandas preferidas eu sinto um frio na barriga.

Quando vejo aquelas pessoas enfileiradas ocupando a frente das casas de show e os inúmeros quarteirões seguintes eu fico sempre abismada. Mas show de metal não poderia ser diferente!

O público é um dos mais queridos, apaixonados e fiéis pelas bandas que carregam no peito: em camisetas, tatuagens, broches e adesivos. Tudo para ostentar os seus grupos preferidos.

Blaze Bayley no Manifesto Rock BarUma das coisas que mais chama atenção nesses shows são os primeiros da fila. Aquela galera que madrugou para ocupar uma posição privilegiada e não menos sofrida para ver o mais perto possível o seu ídolo.

Então, você que estava trabalhando, estudando, ou por algum motivo os seus pais não te deixaram chegar cedo ao show, tem que se consolar de ser o último da fila atrás de um bando de grandalhões em êxtase para ver a banda.

É aí que você deseja, intensamente, possuir uma credencial para poder passar a frente de todo mundo e quem sabe, de quebra, poder ver seu ídolo passando o som ou mesmo entrevistá-lo no camarim. É nessas horas que você idealiza as maiores peripécias!

Em todos os shows que eu fui, dos pequenos aos grandes, eu sempre idealizei isso: conseguir um autógrafo em particular da banda, sem as esterias dos outros fãs, e assistir aos shows num espaço privilegiado. Ainda mais por ser mulher e baixinha dificilmente agüentei muito tempo nas grades dos shows. Muitos fãs não respeitam e quando vêem que é mulher ou se aproveitam para roubar seu lugar na grade, te empurrando a cotoveladas, ou sentem dó e até tentam te proteger.

Mas desta vez minhas peripécias se concretizaram! Chegamos com o carro de reportagem da Play Tv no Manifesto Rock Bar, onde aconteceria o show da turnê The Tour That Not Will Die do Blaze Bayley, e tive o privilégio, já que estava a trabalho, de entrar na casa antes de todos e visitar o camarim da banda, pegar autógrafos e fotos exclusivas com o Blaze, além de participar da construção das perguntas que a equipe usou na reportagem.

Dessa vez eu não "morri" sufocada para poder ver a banda de perto, ou melhor ainda, o Blaze Bayley, uma lenda do heavy metal inglês que teve a sorte de integrar uma das maiores bandas vivas do estilo, o Iron Maiden!

Bayley me surpreendeu! Estava mais gordo do que costumava vê-lo nas fotos, mas isso é detalhe. O ex-vocal do Maiden foi extremamente simpático com a equipe da Play Tv e o baterista, Larry Paterson, tão branco quanto uma folha e com os cabelos bagunçados não me deixou dúvidas que era realmente um integrante da banda.

Bayley, além de levar a entrevista com entusiasmo e seriedade, contagiava o ambiente com a sua voz imponente e inconfundível que me lembrava as músicas cantadas na época do Maiden.

Após a gravação da entrevista, fui tirar minha fotinho e ele, atenciosíssimo, me deu um forte abraço caloroso e dele saiu essa foto cômica que ilustra este post.

Em seguida, seguimos para gravar um "Povo Fala" com a platéia, logo após o show da banda de abertura, o Seventh Seal. Entre os entrevistados estavam o Daniel Bonfogo, baixista do Claustrofobia, e o Piotr, guitarrista da banda Children of The Beast, do Iron Maiden cover.

A entrevista com a banda Blaze Bayley pode ser vista no drops "Pop Up" da Play Tv, no canal 86 da Sky, ou via internet. O drops é uma seleção de matérias jornalísticas envolvendo música, cinema, game e comportamento que passa durante toda a programação do dia.

O Pop Up com Bayley passará nos seguintes horários:

14/01 - 19h
15/01 - 1h 30min / 17h
16/01 - 8h / 21h 30min


:: por Adriana Farias 7:05 PM [+] ::
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:: Domingo, Novembro 30, 2008 ::

A bruxa do novo século

No início do século XXI, foi instalada uma pequena loja no subsolo da Galeria do Rock, situada no centro da cidade de São Paulo: a loja Profecias, marca idealizada por bruxos e militantes do circuito gótico desde os anos 80, foi desenvolvida e aperfeiçoada por Regina Céli Rodrigues, cuja idade não quis nos revelar alegando que “bruxa não tem idade”.

Regina Rodrigues A loja conta com uma confecção própria de roupas góticas, ateliê de arte gótica e wiccana (religião neopagã) um site de divulgação da cultura gótica e pagã e outras duas lojas que foram inauguradas posteriormente, completando assim a trilogia profetizada por sua fundadora.

Regina Céli Rodrigues desde pequena admirava o misticismo e o ocultismo, com seu conjunto de teorias e práticas que tentavam desvendar os segredos da natureza, do Universo e da própria humanidade.

Regina lê muita literatura ocultista e aprecia o conhecimento que está além da esfera empírica, o que é sobrenatural e secreto, ou seja, literaturas de hipóteses metafísicas, e teológicas, algumas das quais oriundas de povos da Antigüidade Clássica.

Céli encarna para si o amor ao misticismo, em seu mais simples e essencial significado: um tipo de religião que para ela enfatiza a atenção imediata da relação direta e íntima com a espiritualidade. É a religião, para ela, em seu mais apurado e intenso estágio de vida.

Foi a partir dessa crença nas culturas pagãs que a fundadora da loja Profecias resolveu tornar o seu trabalho extensão de sua ideologia e das religiões e seres em quem acredita.


A idéia de fundar a loja

Céli é formada em letras e fez magistratura para poder lecionar para crianças. Enquanto dava aulas, mantinha outro trabalho paralelo de consultoria empresarial. Devido a esse segundo trabalho, e por ter formação pedagógica, ela foi convidada a dar uma palestra em uma universidade a respeito de culturas exóticas como o misticismo e o respeito que os indivíduos tem de ter a elas no ambiente de trabalho empresarial.

Céli, ao expor seus objetos pessoais místicos e de culturas ocultistas, percebeu que os estudantes, funcionários e professores daquela universidade despertaram interesse em comprar aqueles itens. Foi a partir daí que surgiu a famosa loja Profecias construída na Galeria do Rock há 7 anos, cujo público é certeiro para a venda dos 70% dos objetos e roupas confeccionadas pela própria fundadora. Loja Profecias na Galeria do Rock

Céli acabou criando aquilo que mais gostava e nada melhor do que na Galeria onde o público (roqueiro, metaleiro e headbanger) admira bastante o misticismo, a cultura gótica e o ocultismo mas não encontravam lojas especializadas para comprar os tipos de materiais desses gêneros.

O misticismo e a Wicca

Regina Céli Rodrigues conheceu o misticismo por conta própria não foi influenciada pela família nem por amigos. Como dito, desde criança se interessou pela literatura do gênero - a qual lia todos os dias - por filmes de época e medievais e sempre se vestiu com roupas antigas e góticas. Céli lia até livros dos quais não gostava para entender e se aprofundar na área mística.

A professora repugna a magia negra e em contraposição carrega como vertente de vida a Wicca: o bruxo inglês Gerald B. Gardner impulsionou o renascimento do culto, com o nome de Wicca, junto com outros bruxos e bruxas, em meados dos anos 40 e 50.

Embora essa fundação tenha ocorrido provavelmente na década de 1940, ela só foi revelada publicamente em 1954, quando da época da sanção da última das leis contra a bruxaria na Inglaterra. A tradição Wicca e seus termos são baseados em diversas culturas do paganismo antigo, modificadas pelo que, segundo Gardner, era uma tradição sobrevivente da bruxaria medieval, mas da qual o conhecimento que se tem é obscuro.

Várias tradições da Wicca surgiram, algumas se afastando consideravelmente dos conceitos da década de 50. A tradição que segue os ensinamentos e práticas específicas, conforme estabelecidos por Gardner, é denominada Tradição Gardneriana. Além dela, muitas outras tradições da Wicca se desenvolveram e também existem muitos praticantes que não pertencem a nenhuma tradição estabelecida, mas criam a sua própria forma de culto (ecléticos) aos antigos deuses.

Céli afirma que os dados que se tem mostram que a maioria dos wiccanos dos dias de hoje são solitários – assim como ela atualmente -, isto é, não participam de um coven (grupo de bruxos). Embora isso não os impeça de se reunirem com outros para realizarem juntos os rituais.

Na época em que a professora não era tão ocupada com a loja, ela praticava os rituais em grupos cantando em volta de fogueiras ou caldeirões ao ar livre, perto da natureza e isso para os bruxos é como lavar a alma.

Em certos rituais, Céli forma grupos com o propósito de agradecer a deusa mãe que chamam de natureza: o sol, a lua, os alimentos. Tudo isso é festejado de forma solitária em casa com velas, ou com um grupo em meio à natureza. Para isso levam-se amuletos, pentagramas que invoquem a proteção, roupas quaisquer, muitas flores nos cabelos e por fim é cantada uma música envolta de um caldeirão pedindo proteção aos animais, saúde a família e aos amigos e felicidade.

O preconceito

A bruxa Céli confessa que particularmente nunca sofreu preconceito, mas conhece muitas histórias de amigos e clientes que freqüentam sua loja na Galeria do Rock.

Ela conta que seus clientes às vezes estão no metrô e são encarados, ou estão no banco, no mercado, numa farmácia e são atendidos de forma diferente.

Loja Profecias na Galeria do Rock: manequim Céli conta que um funcionário da sua loja – pela forma alternativa com que se veste e a maquiagem que usa - foi perseguido durante dias. O homem já havia incomodado o funcionário na rua e depois passou a incomodá-lo dentro da Galeria do Rock, chegando a entrar na loja ameaçando o menino dizendo que ele tinha que morrer, simplesmente porque não gostava da forma com que se vestia e se pintava o insultando de bicha e de viado.

Então, Céli levou o caso até as instâncias superiores da justiça. Ela conta que teve sorte de portar uma câmera filmadora dentro da loja, na qual gravou os empurrões e insultos que o tal homem proferia para o seu funcionário. O homem ainda tentou alegar que só entrou na loja para convidar o menino para tomar um chop, mas a câmera foi fundamental para denunciar o caso. No final descobriu-se que o homem servia as Forças Armadas do Brasil, ou seja, era um militar que em vez de preservar a ordem e o respeito pisava na declaração de honra do exército brasileiro.
...

Regina Céli Rodrigues confia que com suas pequenas manobras conseguirá desmistificar o caráter negativo no que tange o misticismo, o ocultismo e o ato de ser bruxa no imaginário popular. Segundo a professora, bruxa serve para designar as mulheres sábias detentoras de conhecimentos sobre a natureza e a magia.

Hoje em dia as antigas superstições, como a da bruxa velha da vassoura na lua cheia já foram suavizadas, devido à maior tolerância entre religiões, sincretismo religioso e divulgação do paganismo.


:: por Adriana Farias 9:12 PM [+] ::
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:: Domingo, Novembro 02, 2008 ::

AC/DC em alta voltagem



No meio dos anos 70, um bando de australianos mal-encarados saiu do outro lado do mundo para detonar tudo. Influenciados pelo irmão mais velho, George Young, do grupo Easybeats, Malcom e Angus Young decidiram, em 1974, formar uma banda de rock. Com o nome tirado de um termo que define dois tipos de corrente elétrica, surgiu o AC/DC.

A banda, que tocava em pequenos bares de sua cidade natal, Sidney, começou a se destacar no cenário local com a seguinte formação: Angus Young (guitarra solo), Malcom Young (guitarra base), Phill Rud (bateria), Mark Evans (baixo) e o ex-motorista da banda, Bon Scott (vocal), que em 1980 faleceu depois de ter entrado em como alcoólico - diz a lenda que a causa da morte de Scott teria sido o engasgamento que sofreu com o próprio vômito.

O AC/DC teve sua ascensão meteórica com o lançamento de álbuns como:

High Voltage (1975) - disco arrebatador por conta das pérolas TNT, The Jack e High Voltage.

Dirty Deeds Done Dirt Cheap (1976) - destaque para a faixa-título do álbum, Rocker, Problem Child e Ride On.

Let There Be Rock (1977) - com as porradas certeiras de Whole Lotta Rosie e Let There Be Rock.

Highway to Hell (1979) - obra prima do AC/DC que traz sonzeiras de arrepiar como a faixa-título do disco, Walk All Over You e Touch Too Much. Infelizmente, o álbum marca a morte do cantor Bon Scott.

Black In Black (1980) - A banda volta de luto e com o íncrivel Brian Jhonson nos vocais. Ainda assim, consegue fazer um disco clássico. O timbre e o peso deste álbum foram copiados por diversas bandas de rock, como por exemplo, The Cult em seu Eletric. Destaque para Hells Bells, Rock and Roll Ain't Noise Pollution, You Shook Me All Night Long (cantada até por cantoras pops como Celine Dion e Shania Twain).

For Those About To Rock (We Salute You) 1981- Praticamente continuação do trabalho anterior. A qualidade e o peso são os mesmos. A banda saúda os fãs do rock, com estilo e garra. O canhão na capa foi reproduzido ao vivo e virou marca registrada da banda, com direito a salva de tiros no encerramento dos shows. Os sons detonantes são: a faixa-título do cd e Put The Finger On You.

Estes foram alguns dos discos clássicos do AC/DC, mas a banda conta com um histório de 15 álbuns gravados em estúdio em 33 anos.

Passados 28 anos longe do topo da parada inglesa, o AC/DC voltou a ser o nº 1 com o lançamento de Black Ice, o primeiro CD de músicas inéditas desde 2000, quando lançou Stiffer Upper Lip.



Black Ice, conta com as faixas 1. Rock N’ Roll Train, 2. Skies on Fire, 3. Big Jack, 4. Anything Goes, 5. War Machine, 6. Smash ‘N’ Grab, 7. Spoilin’ For a Fight, 8. Wheels, 9. Decibel, 10. Stormy May Day, 11. She Likes Rock’N'Roll, 12. Money Made, 13. Rock’ N’ Roll Dream, 14. Rocking All The Way e 15. Black Ice. A atual formação é Brian Johnson (voz), Angus Young (guitarra), Malcolm Young (guitarra ritmica), Phil Rudd (bateria) e Cliff Williams (baixo).

Este disco é, sem dúvidas, a continuação da fórmula de rock dos australianos, com força pujante e riffs poderosos de Angus. Destaque para as faixas Rock and Roll Train, Money Made, que lembra a belíssima Money Talks do álbum The Razor's Edge de 1990 e Rock ans Roll Dream e a própria Black Ice.


Agradecimentos especiais a Rafael "Macsim" do Observatório Brasileiro de Mídia, que conseguiu para esta fã o álbum Black Ice na íntegra.


:: por Adriana Farias 7:18 PM [+] ::
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:: Quinta-feira, Outubro 02, 2008 ::

Expomusic 2008

A 25ª edição da Expomusic 2008, maior feira de música da América Latina, é o grande momento do segmento musical quando artistas, músicos, profissionais e o público não só se atualizam com os lançamentos e produtos das grandes marcas de instrumentos musicais, áudio, iluminação e acessórios, como também se reúnem num só grupo para disseminar a paixão pela música.

Localizado na Expo Center Norte, o evento deste ano foi aberto ao público nos dias 26, 27 e 28 de setembro, com ingressos na faixa de R$10,00 e contou com mais de 150 estandes de expositores do ramo musical numa área de 16 mil m2.

Foi como passear num verdadeiro parque de diversões! A Expo estava recheada dos mais diversos e inusitados instrumentos musicais para entreter todos os interessados em música, principalmente os fãs de rock and roll, que foram presença maciça.

Especificamente no domingo, dia em que acompanhei o evento, a banda de heavy metal Almah, liderada pelo vocalista Edu Falaschi do Angra, apresentou-se no setor MusicHall tocando faixas do interessante cd novo “Fragile Equality” além de agraciar os fãs, que lotaram a área inclusive bloqueando a entrada, com músicas que consagraram o Angra como “Nova Era” e “Heroes of Sand”.

Claustrofobia: vocalista Marcus Demetrius D'AngeloO show foi bem empolgante e com uma excelente qualidade de som e iluminação, mas Edu Falaschi deixou a desejar nos vocais. Ele cantou tristemente mal durante boa parte do show. Só no final descobrimos que a rouquidão atacou sua garganta, mas como bom exemplo de músico resolveu cantar mesmo naquele estado para não decepcionar os fãs. Ainda argumentou que outros músicos deveriam ter a mesma atitude, como fez Ronnie James Dio que, para não cancelar um show num estádio, já que estava com problemas na garganta, optou por fazer uma sessão de autógrafos ali para todos os fãs que compareceram.

Depois dessa atitude de Falaschi, a banda encerrou o show e entrou Rafael Bittencourt, guitarrista do Angra, que se apresentou como líder, vocal e guitarra do “Bittencourt Project”, que assim como o Almah trouxe como integrante o baixista Felipe Andreoli, também do Angra.

“Bittencourt Project” me pareceu a um primeiro olhar um Journey brasileiro, mas trouxe umas misturas estranhas com reggae e eletrônico. Tirando esses fatos alheios a banda de Bittencourt emendou, como era de se esperar, outros clássicos do Angra como “The Voice Commandig You” e uma apresentação instrumental para “Milleniun Sun”. No fim do show, Rafael agradeceu imensamente o público afirmando que só estava ali tocando e compondo música para os fãs e não para “jacarés” ou “piranhas”. Tal ofensa podia ser claramente associada à figura de Antonio Pirani, empresário do Angra que está dando muita dor de cabeça ao grupo.

Após o show de Bittencourt, meus amigos e eu nos dirigimos ao estande da Orion, para ver o tão aguardado show da banda underground de heavy metal pesado Claustrofobia.

Depois de uma hora de espera os seguranças liberaram a entrada para o último pocket show que encerrou, para os headbangers, a Expomusic 2008. Antes de o show iniciar o roadie da banda orientou os fãs a não se “agitarem” muito, caso contrário o estande desabaria. Após esse alerta controverso nós finalmente ouvíamos eletrizados o som pesado e estridente do Claustrofobia. E destaque para o baixista do grupo, Daniel Bonfogo, que trabalha na loja “Destroyer” da Galeria do Rock!


Créditos da foto de Marcus D'Angelo, vocal e guitarra do Claustrofobia, para Juliana Farias.


:: por Adriana Farias 2:26 PM [+] ::
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:: Quinta-feira, Julho 31, 2008 ::


A banda oitentista alemã de heavy metal, Grave Digger, se apresentará amanhã dia 1º de agosto na cidade de Campinas e no dia 2 será a vez de São Paulo receber o grupo.

O Grave Digger estará dia 2 no Citibank Hall com a turnê do último álbum "Liberty or Death". Os ingressos já estão a venda no site da Ticketmaster.

Local: Citibank Hall (Al. dos Jamaris, 213, Moema)
Preço: R$100,00 (pista) e R$180,00 (camarote).
Classificação etária indicativa: 14 e 15 anos acompanhado dos pais ou responsável legal. Não será permitida a entrada de menores de 14 anos.
Venda de ingressos a partir do dia 30/03/08. Contato: (11) 6846-6040

Banda de Abertura: Darkness In Flames


:: por Adriana Farias 11:05 PM [+] ::
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